Ratier mantém DNA notívago com ares gipsy do Leste Europeu

22 de março de 2017

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POR AUGUSTO BEZERRIL 

Urbana, nascida na noite e cool que só, a Ratier poderia muito caminhar, dançar e festar a partir da tendência vista do chamado “street” ou “sport”.  Renato Ratier dá de ombros, sabe-se lá se por intuição cigana, e lança o olhar para Romênia. Os primeiros looks em preto parecem nascido para noite, especialmente nas peças em tricô. Eis que entram os jacquards, tomados por símbolos místicos, e os looks pontuados por franjas para que a leitura da mão do destino do inverno Ratier ganhe novo significado. Ponto para dobradinha do styling de Vivi Rivaben e a beleza Lau Neves. A gente super curtiu a imagem do modelo de cabelo médios e desalinhados, olhos marcados e camisa branca. A trilha sonora de André Toruquato e Renato Ratier consta na lista das melhores da SPFW.  Podemos dizer que rolou uma paixão cigana. Mas seria muito óbvio em meio tantas peças capazes de mudar o rumo de qualquer festa. Eis mais uma instante #topspfw

PH / Fotosite